Na total solidão de um mundo sem sons, imagens e luminosidade Helen Keller é gradativamente imersa no universo das linguagens.
Da angústia de se sentir sozinha, aos poucos, Anne Sullivan consegue trazê-la para um mundo mais significativo. Para uma existência mais plena. Sabe-se que a solidão é uma condição humana. Mas a solidão de Helen Keller foi intensificada por um universo em que a lua, estrelas celestes e marinhas não existiam até Anne Sullivan enlaçá-la e possibilitar signos que aos poucos pulsavam ao seu redor.
A partir da água que instigou sua sensibilidade, as outras etapas de sua imersão em linguagens foram se intensificando.